Quem somos

Quem somos

A ADDICT – Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas foi constituída formalmente a 14 de outubro de 2008, como associação sem fins lucrativos.

Surgiu no seguimento da estratégia apresentada no estudo macroeconómico intitulado “Estudo Macroeconómico para o Desenvolvimento de um Cluster de Indústrias Criativas na Região do Norte”. O estudo nasceu do desafio lançado pela CCDR-N (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte), em que, por um lado, se avaliasse o potencial da região para o desenvolvimento de um Cluster de Indústrias Criativas e, por outro, que se sugerisse uma estratégia para concretizar este movimento no terreno. A apresentação do relatório final destacou o facto de a região ter, com efeito, massa crítica e potencial para a criação de um Cluster de Indústrias Criativas. Para concretizar a estratégia proposta, seria fundamental a criação de uma Agência que coordenasse o setor.

Neste contexto, foi fundada por dez entidades-chave: Associação Comercial do Porto (ACP), Associação Empresarial do Porto (AEP), Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), Fundação Casa da Música, Fundação da Juventude, Fundação de Serralves, Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana da Baixa Portuense, Universidade de Aveiro, Universidade Católica Portuguesa e Universidade do Porto.

Tendo sido reconhecida pelo Ministério da Economia como o Cluster de Indústrias Criativas na Região Norte do país, a ADDICT desde sempre procurou que esta região se tornasse um polo criativo pela conceção e implementação de modelos capazes de suportar o aumento da capacidade e empreendedorismo criativo; dos negócios criativos e da atratividade dos espaços criativos.

Em 2016, a ADDICT promoveu integralmente um estudo sob o desígnio “A Economia Criativa em Portugal – Relevância para a Competitividade e Internacionalização da Economia Portuguesa”, estudo esse que forneceu os pilares para a nova estratégia, tendo sido desenvolvido pela Augusto Mateus & Associados.

O objetivo central era o de atualizar o diagnóstico prospetivo sobre o desenvolvimento da economia criativa na sua interpenetração com as atividades económicas e identificando um conjunto de iniciativas e ações que, tendo em consideração os desafios da internacionalização e competitividade da economia portuguesa, possam vir a configurar um programa global, no sentido de uma plataforma colaborativa multissetorial, multiterritorial, valorizadora das indústrias culturais e criativas.

Em alinhamento com o estudo AM&A, que identifica de modo bastante claro as áreas que se perfilam como detentoras de maior potencial para realizar a convergência entre Economia e Criatividade, o melhor contributo que Portugal – e a ADDICT em particular – pode oferecer para a Economia Criativa, situa-se nos setores do Fazer Cidade – aqui se incluindo os serviços na área de arquitetura, do design e a nova estrela económica, o turismo cultural.